quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Dia de Viagem



Tudo pronto, malas feitas... mais um check-in. Pegamos um trem para a Basiléia e da estacão, um ônibus pro aeroporto. No ônibus, uma figura tão figura... um gay britânico, extremamente simpático e impecável. Broches reais decorando o terno... seria um terno? Achei aquela pessoa extremamente intrigante e fiquei pensando quem ele poderia ser... se tudo aquilo era fachada ou se ele realmente era um lorde. Pegou o mesmo avião que a gente então concuí que ele era uma fraude porque nós viajamos de easyjet, a companhia aérea mais barata que há.

Viagenzinha rápida. Mal decola e já chegou. Ficamos um tempinho no aeroporto esperando e logo Sally aparece com um sorrisão. Fomos direto pra cidade dela, que logo logo redescubro o nome pra postar aqui e passamos os 40 minutos mais charmosos da viagem. Um cenário bucólico, ovelhas, canais de água, verde... tudo plano. Confesso que dá um pouco de aflicão estar abaixo do nível do mar.

Quando chegamos nos sentimos em casa e o aconchego não se forca, se sente. Tudo bonito, de bom gosto. Na verdade, do nosso gosto, não necessariamente o bom rs. E assim nos sentimos na companhia de Erwin, Sally e a pequena Noor que completou 1 ano essa semana. Bram, o coelho, também nos recebeu bem, com mordiscadas nos tênis de couro. Apenas nos de couro.

Erwin estava todo chef em frente ao fogão preparando uma gororoba muito chique e muito gostosa. Não sei exatamente o que tinha, mas talvez eu nem queira saber. Tava gostoso e ponto. Ficamos conversando horas na mesa branca que insistia que permanecessemos por mais que o corpo padecesse. Muito cansaco naquela altura do campeonato.

Essa foi a chegada. Veremos o que virá. Ah, isso é Holanda.

1 Comentários:

Às 13 de setembro de 2008 às 13:19 , Anonymous Anônimo disse...

Sobre o "britânico, extremamente simpático e impecável" do aeroporto, uma noite eu estava num ponto de ônibus em Londres onde conheci um cara toooodo pomposo. Muito simpático, chegou e me disse "sorry sir, no more bus today!" Assim que pronunciou "day" (bocona aberta porque eles dizem 'dai'), descobri que ele era um conde. Sem dente. Condescendente, agradeci a informação e caminhamos juntos até o Hide Park Corner.
Poxa, por que vocês não estão morrendo de rir?

 

Postar um comentário

Assinar Postar comentários [Atom]

<< Página inicial